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As lembranças nos constroem e sustentam o mundo. É por meio da memória — motora, cognitiva, de curto e longo prazo — que sabemos quem somos e como viver. Mas o que aconteceria se, de repente, as pessoas se esquecessem do que aprenderam?

Nesta supreendente história,  um surto repentino de perda de cognição é capaz de desmontar a realidade.

Profissionais esquecem como exercer suas funções, sistemas de comunicação entram em colapso, cidades sofrem apagões e o mundo moderno começa a ruir.

É nesse cenário distópico que uma família negra e simples encontra, em uma pequena comunidade rural, uma vida aparentemente perfeita. Zézão, sua esposa e as duas filhas — as três Marias — vivem em harmonia, até que o esquecimento irrompe e transforma a sobre vivência e a preservação da memória no maior desafio de suas vidas. Um romance inquietante sobre identidade, memória e o que nos mantém humanos quando tudo o que aprendemos começa a desaparecer.

O que resta quando tudo o que você aprendeu desaparece?

Neste meu novo romance, Dias do Esquecimento, Newton Cesar

constrói um retrato ao mesmo tempo belo e devastador de uma humanidade em involução.

Uma narrativa envolvente, humana, sensível… profundamente perturbadora. E, acima de tudo: inesquecível.

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Assim como aconteceu com a Covid-19, a contaminação começou devagar. Um vírus desconhecido ultrapassou fronteiras e chegou nos lugares mais remotos. A pandemia cravou suas raízes na terra e não houve pessoa no mundo que não fosse atingida pela doença desconhecida. A transmissão, descobriram, se dava exclusivamente pelas plantas. A produção da carne, por isso, aumentou em escala mundial de maneira nunca vista. O número de animais limpos abatidos não pôde mais ser contado. A pesca, por sua vez, entristeceu o mar ao tirar de suas águas incontáveis vidas marinhas. Ainda assim, dia após dia, mais gente morta somava-se aos peixes e aos bichos abatidos. Mas, se o alimento não vinha mais da produção agrícola, o que estava acontecendo?

A Organização Mundial de Saúde e indústrias de carnes no mundo todo assumiram, enfim, que a Terra e tudo o que nela vivia estavam condenados.

À busca de salvação, construíram colônias e suas subdivisões: ala dos gordos, dos velhos, dos inválidos. Ala das mulheres, dos homens; cada uma dessas alas vivendo uma realidade diferente.

Dentro de cada colônia construíram Domos. Feito a Arca de Noé, pessoas limpas, sem o vírus, foram selecionadas e enviadas aos Domos com o objetivo de povoar uma nova Terra Prometida.

Sob o olhar e a fé religiosa à espera da nova Terra, dentro do Domo, Maria, personagem principal deste romance, todos os dias se perguntava: “Quais eram os planos de Deus para nos fazer passar pelo pesadelo que passamos? Por que Deus quis acabar com tudo?”

A resposta para essas perguntas não estava na mente de Maria. Nunca esteve. Ao fim de tudo, estava em sua Própria Carne.

 

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A única semelhança que existe entre as pessoas é que todas são diferentes umas das outras. A única coincidência é que as pessoas só são iguais na diferença, e isso é o que torna o mundo mais diverso, colorido, encantador, divertido e enriquecedor.

É assim que eu sou, é uma linda história para crianças e também adultos.

Lançado pela editora Saíra, o livro foi selecionado para o programa de governo que leva cultura até as escolas. A obra chegou, até agora, nas mãos de quase dez mil crianças.

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